terça-feira, 30 de setembro de 2008

Outra vez...

Olá!
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Como me apetecia , por vezes, ter outra vez 15, 14, 13 e mesmo 12 anos... voltava a sítios maravilhosos, nunca esquecidos; um deles já sabem o nosso COLÉGIO LICEAL DE SÃO PAULO! Cá dentro do meu coração, volto sempre...
Adoro ter a idade que tenho mas guardo as minhas memórias tão nítidas que parece que estou lá... com as amigas, os amigos, os professores, os pais e mães, todos mesmo...

Nunca esqueci uma aventura "danada" que vivi com a minha colega Helena Foito dos Santos também ela filha de militar, entretanto, já falecido, e que quando eu aterrei em Porto Amélia, já ela lá andava a estudar e a destruir alguns coraçõezitos... mas foi sempre uma moça que só tinha amigas e amigos nada de namorados! Ainda há 15 dias estive com ela; linda como sempre; loira de olho azul penetrante, muito senhora do seu nariz... enfim... a Lena Foito!

Tinha tocado para intervalo; nós duas não éramos da mesma turma nem sequer do mesmo ano, mas gostávamos de pôr a conversa em dia e fomos passeando para a zona dos ringues mais distantes e ríamos daquilo que falávamos, brincávamos à sardinha, corríamos até que nos sentámos numa das bancadas, cansadas, cheias de calor e ainda estávamos no início de mais um dia de estudo.
De repente ouvimos distintamente a dois ou três metros de nós um restolhar repetido e quando olhámos, vimos com os nossos quatro olhitos uma mamba verde que nos mirava encantada, tipo "vou fazer alguma malandragem com vocês"; mas não conseguiu, pois nós duas deixámos de ver onde punhamos pernas e pés, estes foram mesmo para que vos quero e gritávamos explodindo de pavor, "cobra cobra cobra"... quando chegámos perto dos colegas e explicámos como era a cobra, disseram-nos que era a mamba verde, das mais mortíferas de África; nunca mais me esquecerei dela; pequena, cerca de 1,5m e verde alface e com ar de quem tinha apetite!

Sentámo-nos a tremer e pensámos e acabámos por sorrir; tínhamos enfrentado um gigante e havíamos vencido! Pequeno gigante que era mais mortífero que assustador!

Beijos e até á próxima memória!

Leonor B.

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